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A Suíça gosta de energia solar

A energia solar está enfrentando uma demanda crescente na Suíça. O tópico reúne numerosos atores dos setores da pesquisa e da economia.

Bertrand Piccard e André Borschberg estão para quebrar o recorde ao completar a primeira volta ao mundo num avião; Solar Impulse 2. Pesando 2,3 toneladas e medindo 72 metros de largura, esse veículo de alta tecnologia é coberto com 17.000 células fotovoltaicas. A energia acumulada pelas células durante o dia recarrega baterias de lítio, as quais permitem ao avião voar a noite e, assim, ter uma autonomia virtualmente ilimitada. A missão do projeto pode ser facilmente resumida: provar que um espírito pioneiro, inovação e tecnologias limpas podem mudar o mundo.

Nesse meio tempo, o EPFL (Instituto Federal Suíço de Tecnologia em Lausanne) recém inaugurou o maior parque solar Suíço, um projeto que iniciou em 2009. Foram instalados 9.000 painéis solares em 25 edifícios, cobrindo uma área toral de 15.500 metros quadrados. O parque fornece 2,2 milhões de KWh por ano, o que é equivalente ao consumo de 610 residências. Em 2013, o maior varejista da Suíça, o Migros, já tinha tomado uma iniciativa similar ao equipar os telhados do seu centro de distribuição em Neuendorf (Cantão de Solothurn) com milhares de painéis. O governo suíço encoraja empresas em geral a adotar energias verdes, oferecendo ajuda financeira aquelas que estão utilizando sistemas voltaicos.

De acordo com Roger Nordmann, presidente da Swissolar (a Associação da Indústria Solar Suíça), a energia solar cobre atualmente 2% do consumo elétrico na Suíça. A produção de tal energia está aumentando e é esperado que esse número cresça nos próximos anos. Uma evidência sobre isso é o grande número de empresas estrangeiras, especializadas em energia solar, que penetraram recentemente no mercado suíço. Jinko Solar, Yingli Green Energy e Hanergy Solar, entre outras, abriram filiais em solo Helvético entre 2011 e 2014.

Para maiores informações sobre tecnologias limpas na Suíça, verifique, por favor, em Manual para investidores (« Inovação e Tecnologia » e no Capítulo 2 « Estrutura Econômica »).

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